quarta-feira, 11 de novembro de 2009

UMA VIAGEM PELA EUROPA

Viajando



Farto do quotidiano e do ram, ram, tomei a decisão de sair do “burgo” e visitar, depois de consultar os “cardápios” das agências de viagens, três países da Europa Central Áustria, Hungria e República Checa. Esta viagem veio na melhor altura. Foi, como direi, um bálsamo para acalmar o meu pensamento sobre os controversos comentários de outros costeletas que me dirigiram.
Porquê, se a minha intenção era apenas de colaborar assinando com um nome suposto? Porque não entendermos que muitos fazem e outros tantos fizeram?
Mas..., vamos viajar!
Fiz a inscrição numa das agências de viagens turísticas (não menciono o nome para não fazer publicidade de borla). Entreguei o passaporte para as formalidades necessárias e, no dia aprazado, apresentei-me no Aeroporto da Portela para o respectivo “check-in”.
A viagem decorreu com normalidade. O grupo, em que figuravam alguns costeletas, era acompanhado por um representante da agência.
Já em Viena, fomos instalados num hotel de quatro estrelas. Um bom hotel.
Gostei de Viena. Recorda-nos a valsa. Viajamos a Salzburgo, uma cidade com 150 mil habitantes, onde apreciei a casa do grande musico Mozart. Depois Hungria, o país dos Magiares, Budapeste, com as suas pontes sobre o Danúbio e, principalmente, a ponde D. Carlos, local imprescindível de visitar e tirar fotografias. Paisagens lindas. Depois a República Checa. A estação principal de comboios. A feira de artesanato, onde é obrigatório a compra de objectos em vidro cristal. Lindos!
Regressamos a Viena, e aqui, passeando o grupo pelo centro da cidade dá-se um caso insólito. De repente ouviu-se um grito:
- Fui roubado!
Um dos componentes do grupo, gritava bem alto que lhe tinham roubado a carteira.
- E agora, o que faço? Sem documentos e sem os bilhetes de avião?
O representante da agência tentava acalmar o homem dizendo que ia tratar do assunto, não o podendo fazer de momento, por não ter o telemóvel, que ficara a carregar no quarto do hotel.
Eu, que ouvira toda a conversa, coloquei imediatamente o meu telemóvel à disposição para que fosse contactada a agência em Lisboa, no sentido de solucionar o regresso a Portugal. E assim foi feito e tratado a tempo. O casal não teria de ficar de quarentena à espera da respectiva repatriação. O regresso era no dia seguinte.
Gostei do passeio. De Viena, Budapeste e Praga, gostei mais de Praga e adorei Salzburgo, a terra da Sissi, como dizem.
Esquecendo aquele incidente, posso acrescentar que foi uma viagem em que a cultura foi um papel preponderante, com algumas fotografias dos lugares mais relevantes, para recordar.
Foi uma semana para retemperar energias. Foi salutar.
Estou de regresso. A pedido do meu amigo Maurício.
Um abraço para todos.
Inté

Alfredo Mingau

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