sexta-feira, 6 de novembro de 2009

CAPITULO 63 = INJUSTIÇAS COM AS MULHERES AO LONGO DOS TEMPOS

INJUSTIÇAS COM AS MULHERES
• AO LONGO DOS TEMPOS !

CAPITULO 63
HINDUÍSMO
A Asura, como forma de casamento entre os antigos hindus, nada mais era do que uma espécie de venda da filha pelo pai.
A legalização só muito dificilmente salvou mulheres de mãos cruéis, uma vez que nunca herdavam qualquer tipo de propriedade.
Na Índia, nos seus primórdios (e mesmo agora, em algumas partes), as moças eram (e são) delicadas aos deuses, freqüentemente, sendo-lhes oferecidas em matrimônio para que, desta maneira, pudessem usufruir dos seus serviços da mesma forma que os maridos se serviam das suas mulheres.
Por conseqüência, elas ficavam sob a dependência dos sacerdotes ''dharmakarthas'', ou dos mandatários ligados aos templos.
Nos tempos dos Vedas, as mulheres eram tratadas como recompensas de guerra, após a vitória, as mulheres eram levadas à força e distribuídas como artigos de saque.
Por isso, o tratamento dado as mulheres era o pior possível.
De acordo com Manu, mentir é uma particularidade feminina, ainda segundo a ordem de Manu, no Hinduísmo, "Uma mulher nunca deve procurar a independência e nunca deve fazer seja o que for de acordo com a sua satisfação. "
• A LEI DO HINDUÍSMO DIZ :
"Por uma moça por uma jovem mulher, ou até mesmo por uma idosa, nada deve ser feito independentemente, mesmo na sua própria casa.
Na infância uma fêmea deve ser submetida ao seu pai, na juventude ao seu marido, e quando da morte do seu senhor, aos seus filhos;
uma mulher nunca deve ser independente."
• A professora Indka, no seu livro "Posição das Mulheres em Mahabharate", escreve:
"Não existe criatura mais pecadora do que a mulher.
A mulher é o fogo ardente.
É o conjunto de tudo isto.
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Os homens não devem amá-las ..
Sir R. G. Bhandarkar comenta:
A Bhagavad Geeta dá expressão à crença geral de que é somente uma alma pecadora que nasceu como mulher" Naqueles tempos, como agora, um casamento hindu era indissolúvel, nem o adultério, nem a prostituição, nem mesmo a degeneração podiam dissolver um casamento hindu. O que dizer da vida, se até mesmo após a morte do marido as viúvas não podiam exigir a separação.
O mais cruel era a prática do sati, no qual a viúva era queimada viva juntamente com o seu esposo morto.
Esta prática foi proibida somente pelos preceitos Islâmicos.
A viúva era, e ainda o é, olhada como algo repugnante, inauspicioso e que se devia evitar.
A posição das viúvas que não praticassem o ''Sati'' era tão triste, que as pobres almas consideravam preferível serem queimadas vivas do que suportarem uma longa e cruel tortura nas mãos de uma sociedade fria e injusta.
Até à altura da conquista da índia pelos Muçulmanos, as mulheres hindus caminhavam quase nuas e expunham os seus atrativos sem a menor vergonha.
BUDISMO
O ensinamento da Nirvana (salvação) não pode ser levado a cabo na companhia de mulheres, tal fato é, suficientemente, eloqüente para nos fornecer uma visão para a atitude do Budismo em relação às mulheres.
A idéia do matrimônio, e a vida que lhe está inerente, é contrária ao objetivo do Budismo - a aniquilação do desejo - fato que promove o celibato.
Por isso, para um Budista, de acordo com o célebre historiador Westermark: '
'As mulheres são, das ciladas que o demônio inventou para os homens, a mais perigosa;
nas mulheres estão inerentes todas as paixões que cegam a mente do mundo."
A concepção sobre a mulher no Budismo encontra-se resumida nas palavras de um sábio Budista de renome, lembradas por Bettany no seu livro "Religiões Mundiais", nos seguintes termos:
"Infelizmente profundo, como o percurso de um peixe na água é o caráter da mulher, revestido de mil artifícios, com os quais se torna difícil descortinar a verdade, para a qual uma mentira é como a verdade, e a verdade como uma mentira"
No século XIX, um dos defensores dessa «ideia vaga do islão», foi Sir Richard Burton, escritor e aventureiro inglês que visitou disfarçado de médico afegão, Meca e a Kasbah.
No seu «Ensaio terminal» defende o islão contra a crítica ocidental, afirmando «o estatuto legal da mulher no islão é excepcionalmente alto» e que «A mulher muçulmana tem grandes vantagens em comparação com as suas irmãs ocidentais», chegando a afirmar que «os muçulmanos estudam a arte e o mistério de satisfazer a mulher».
A CIVILIZAÇÃO GREGA
A Civilização Grega é tida como a mais gloriosa de todas as civilizações antigas.
Durante o decorrer desta Civilização, a mulher era menosprezada moral e socialmente, e não tinha quaisquer direitos legais.
Os Gregos olhavam para a mulher como uma criatura sub-humana, cuja posição na sociedade era, em todos os sentidos, inferior à do homem, para o qual estava reservada a honra, bem como um lugar de superioridade.
A prostituição estava fortemente implantada na sociedade Grega, e as relações com mulheres adúlteras não eram consideradas pecaminosas,
Mais tarde, os Gregos foram arrastados pelo egoísmo, bem como pela perversão sexual.
Como conseqüência, modificou-se o modo de olhar a mulher, e as adúlteras obtiveram uma tal proeminência, de que não existe paralelo na História.
As casas de prostitutas tornaram-se o centro das atenções de todas as classes da sociedade, atraindo os seus filósofos, poetas, historiadores e pensadores.
Esse tipo de mulher não somente promovia funções literárias mas, também, questões políticas de grande relevo, que eram decididas sob a sua influência.
É realmente estranho que o conselho de uma mulher que não ficava ligada a um homem por mais de três noites consecutivas, fosse largamente tido em conta, sobretudo em questões de cuja solução dependia a vida, ou a morte da nação.

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O homem comum considerava o matrimônio como algo desnecessário, sendo a liberdade sexual tida como perfeitamente lícita e correta.
De tal forma assim era, que, estes males tomaram-se numa parte da sua religião: foi deste modo que o culto à Afrodite, a deusa do amor e da beleza, se propagou por toda a Grécia.
De acordo com a sua mitologia, esta deusa, que era esposa de um deus, desenvolveu relações ilícitas com três outros deuses, bem como com um mortal.
Como resultado desta última relação ilícita nasceu um deus bastardo, Cupido, o deus do amor!
Com o louvor dos deuses (satânicos) do amor na Grécia, as casas de prostituição tornaram-se em locais de veneração.
As prostitutas eram consideradas como jovens pias dedicadas a templos, e o adultério foi elevado ao estatuto de piedade e revestido de toda a santidade religiosa.
Nenhuma nação no mundo foi capaz de se elevar novamente após tal declínio moral.
A CIVILIZAÇÃO CHINESA
Nas escrituras Chinesas as mulheres são apelidadas de ''águas da desgraça", que desperdiçam toda a sua boa sorte, a mulher foi sempre vista como inferior ao homem, não lhe sendo concedido qualquer tipo de direitos.
A mulher era eternamente tida como menor, não sendo as crianças olhadas como verdadeiramente suas. Sempre que quisesse, o homem podia repudiar a sua mulher, podendo mesmo chegar a vendê-la como concubina.
Após a viuvez, ela permanecia como propriedade da família do marido, sendo-lhe, praticamente, impossível voltar a casar. A par com isto estavam a escravatura e o infanticídio.
A CIVILIZAÇÃO ROMANA
Nesta Civilização o homem possuía todo o poder e autoridade sobre a sua família, incluindo o direito de tirar a vida à sua própria mulher
. Um esposo romano podia facilmente afastar a sua mulher por mero capricho.
Entre os romanos a mulher não possuía personalidade legal.
Ela nunca podia aparecer no tribunal como queixosa.
Era vista como uma menor, demente, como uma pessoa incapaz de fazer ou de agir de acordo com a sua preferência. A sua propriedade passava para as mãos do seu marido pelo casamento.
Ela não podia obter ou deter qualquer tipo de propriedade.
Não podia ser testemunha, não podia comprar ou vender, nem fazer parte de qualquer contrato.
Com o avanço da civilização, o conceito humano com respeito à posição da mulher sofreu uma profunda alteração. As regras que determinavam o casamento sofreram, gradualmente, uma completa "metamorfose" que as condições mudaram para pior.
O divórcio foi facilitado, e o matrimônio era efetuado com bases que eram pouco sólidas.
Séneca (4 a.C. - 65 d.C.), o famoso filósofo e estadista romano, criticou os seus compatriotas pela elevada incidência do divórcio entre eles.
Séneca afirmou:
"Agora, o divórcio não é mais visto como algo de vergonhoso em Roma, as mulheres calculam a sua idade pela quantidade de homens que tiveram como mandos."
Naqueles dias, as mulheres tinham por hábito casarem-se diversas vezes;
S. Jerônimo (340 - 420 d.C.) menciona uma mulher maravilhosa, cujo último marido tinha sido o seu 23º, tendo sido, ela própria, a 21º mulher do seu marido.
A Flora tornou-se um desporto romano muito popular, no qual mulheres nuas competiam em concursos de raça. Homens e mulheres tomavam banho juntos nos banhos públicos.
Quando os Romanos ficaram de tal maneira absorvidos por paixões animalescas, a sua glória desapareceu por completo, sem sequer deixar rasto atrás de si.
E QUE AFIRMA DEUS NO ALCORÃO SAGRADO :
E quando temos que destruir uma cidade
Nós mandamos ordens aos seus habitantes que vivem na opulência e que, a seguir, cometem abominações; então, a Palavra (do castigo) é pronunciada e,
Nós, punímo-la com completa destruição.'' (Alcorão Sagrado 17:16)
A História é testemunha de que após o término do, seu período de glória, a nação Grega nunca mais obteve uma segunda oportunidade de recolher os seus passos em grandeza e orgulho.


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A posição da mulher na Civilização Grega pode ser resumida nas palavras de Sócrates, o grande pensador e filósofo grego:
A Mulher é a grande fonte do caos e da ruptura no mundo.
Ela é como a árvore de "dafali", cujo aspecto externo é extremamente belo mas, se os pássaros a comerem, morrerão com toda a certeza. "
Anderoosky descreve o conceito grego da mulher, nas seguintes palavras: ''É possível curar-se de uma queimadura e da mordida de cobra, mas é impossível prender a subtilidade feminina."
Assim vejamos a visão que o islão do profeta e dos religiosos têm da mulher…
• A mulher é um ser inferior.
A LENDA DE ADÃO E EVA-
Sura 4:1 «ó Homens! temei o vosso senhor que vos criou de uma só alma; desta ele criou a vossa companheira e dos dois seres fez sair muitos homens e mulheres.
Temei a Deus em nome d’O qual fazeis pedidos uns aos outros e respeitai as entranhas [que vos geraram]. na verdade, Deus observa-vos.»
Sura 7.189 «Foi ele Quem vos criou de um só ente,
Quem dela tirou a sua esposa para que vivesse na sua companhia e logo o homem coabitou com ela, esta trouxe primeiramente um fardo ligeiro e caminhava sem dificuldade
depois, quando se tornou mais pesado, ambos invocaram o seu senhor: «Se nos deres um filho bem conformado, pertenceremos certamente ao número dos que te rendem graças»»
Destas e de outra sura, (pequeno número diga-se..) os teólogos islâmicos, concluíram que o homem era a criação original - as mulheres foram criadas secundariamente para o prazer e descanso dos homens.
Esta noção foi ainda mais desenvolvida para reforçar a suposta inferioridade da mulher.
Finalmente, à lenda de Adão e Eva foi dado um carácter sagrado de maneira que criticá-la, seria criticar as próprias palavras de deus, que são imutáveis e absolutas.
O próprio profeta descreve as mulheres em geral:
«Sê amigável para com a mulher, pois as mulheres foram criadas de uma costela, mas a parte torcida da costela. No final, se a tentares endireitar a partirás; se nada fizeres, ela continuará a ser torta.»
Para reforçar a inferioridade da mulher, apareceu a noção que esta é uma serpente tentadora.
O curioso é que esta noção parece provir do Génesis judaico-cristão e não do próprio alcorão, pois se virmos as suras referentes à queda do estado de graça, não encontramos referências a uma Eva maligna…
Sura 2.33 «Dissemos: Ó Adão, habita o jardim com tua esposa;
alimentai-vos ambos com os seus frutos, onde quer que eles se achem e à vossa vontade, mas não vos aproximeis dessa árvore, para não vos tornardes pecadores.»
2.34 «Satanás, porém, fe-los expulsar daqui e baniu-os.
Dissemos-lhe então: «Descei deste lugar, inimigos uns dos outros; a Terra há-de servir-vos de morada e gozo temporário.»
..Sura 7.18 «E tu, Ó Adão, habita com tua esposa no paraíso e comei ambos os seus frutos onde quiserdes; não vos aproximeis, porém, desta árvore para que não vos torneis pecadores.»
… 7:19 «Satanás fez-lhes uma sugestão pérfida para que eles vissem a sua nudez, que até então, lhes estava escondida. Disse-lhes: O Senhor proibiu-vos esta árvore apenas para não vos tornardes dois anjos ou para não vos tornardes imortais.»
… 7:20 «E jurou-lhes: na verdade, sou o vosso companheiro fiel.»
… 7:21 «Seduziu-os pelo engano e logo que provaram o fruto da árvore surgiu-lhes a própria nudez e apressaram-se a cobri-la com folhas de jardim. O senhor admoestou-os: Não vos proibi esta árvore? Não vos disse que satanás era vosso inimigo declarado?»
… 7:22 «Eles [Adão e Eva] responderam: Ó nosso senhor, nós somos pecadores; se não nos perdoas, se não tens piedade de nós, estaremos perdidos.»
… 7:23 «Disse deus: Descei! Ficareis inimigos uns dos outros. Encontrareis na terra residência e gozos temporários.» A tradição islâmica também atribuiu a gula e ganância ás mulheres.
E encontra suporte no Corão,
na Sura 12.22-34, a história de José no Egipto e conta o encontro de José com uma mulher que o quer seduzir á força, das mentiras perante o marido desta e a reacção das mulheres na cidade.

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Além disso, maomé ataca os ídolos femininos em Meca, e aproveita para atacar o sexo feminino em geral:
Sura 4:117 «Na verdade, além de Deus eles apenas evocam divindades femininas.
Na verdade, eles apenas invocam Satanás, o rebelde» Suras 43:15-19, 52.39, 37:149-150, 53:21-22, 53:27
Além disso, existe espalhado por todo o corão, uma multitude de suras que utilizam a mulher como insulto, culpam as mulheres pelos erros dos homens, dão-lhes castigos ou valores de compensação em muito inferiores ou piores que aos homens…
POR EXEMPLO . . .
Sura 4:38 «Os homens são superiores às mulheres pelas qualidade com que Deus os elevou acima delas e porque os homens gastam os seus bens a dotá-las.
As mulheres virtuosas são obedientes e conservam cuidadosamente durante a ausência de seus maridos o que Deus lhes confiou. Deveis repreender as que dão sinais de desobediência; podeis po-las em leitos á parte e bater-lhes, mas desde que obedeçam não procurareis mais motivos de querela. Deus é excelso e grande.»
Mais úteis para os clérigos e teólogos foram os próprios ditados do poeta, quer no hadith, quer os de reputação popular…
- «A mulher que morre, e cujo marido está satisfeito com ela vai para o Paraíso.»
- «Se alguma coisa pressagia um mau prenúncio, é: uma casa, uma mulher ou um cavalo.»
- «Nunca um povo conhecerá o sucesso, se confidenciar os seus negócios com uma mulher»
- «O fogo do inferno surgiu-me num sonho e eu notei que estava principalmente povoada por mulheres que tinham sido ingratas. «Foi para com deus que eles foram ingratas?
Elas não tinham mostrado gratidão para com os seus maridos por tudo o que tinham recebido deles. Mesmo que tenhas, durante toda a tua vida, agraciado uma mulher com a tua generosidade, ela encontrará sempre algo de minúsculo para te atacar um dia, dizendo «nunca fizeste nada por mim.»»
As mulheres são assim, para o islão inferiores e podem ser comparadas a garrafas, nas quais uma rachadela é irreparável… Aliás, maomé costumava dizer:
“Lidem com as “garrafas” (as mulheres) com cuidado.
«O lugar da mulher é na casa ou na campa» - ditado Pashtun
Se quisermos juntar a esta visão da mulher, todos os outros pontos em que encontramos a condição feminina no islão, não podemos considerar que o islão seja particularmente emancipado e justo.
O hijab - o corão só pede que seja mantida o pudor Sura 24:30-31, no entanto toda a sociedade islâmica é um campo onde as pulsões sexuais masculinas são privilegiadas…
Deste modo, a guerra do esperma manifestou-se na sistemática ocultação das mulheres em sistemas de roupa cada vez mais elaborados.
Além disso, o hijab associou-se á ostentação da riqueza de uma família, em certas partes do islão. Noutras, as condições económicas e ambientais geraram uma versão minimalista, o lenço na cabeça…
Mas continua e sempre será uma marca da sua inferioridade perante os homens e allah…
Aos olhos de muitas mulheres muçulmanas, talvez não…
CRITIANISMO
Toda a estrutura do credo Cristão baseia-se na doutrina do Pecado Original, pelo qual o Cristianismo, como o Judaísmo, responsabiliza a mulher:
''A mulher que me deste por companheiras ela me deu da árvore, e comi" (Gênesis 3:12)
EVA SEGUNDO O CRISTIANIMO
foi a primeira a cometer o pecado e causadora da desgraça de Adão:
por isso, ela era realmente responsável pelos pecados da humanidade e Deus teve que enviar o Seu único Filho, Jesus Cristo, para ser crucificado e lavar todos os pecados do mundo com o seu próprio sangue."
• Esta é a suma da fé Cristã.
Mais adiante, reproduziremos algumas passagens do Novo Testamento, as quais deverão, sem a necessidade de comentário, demonstrar a posição da mulher no Cristianismo, e de como ela deverá ser evitada pelos candidatos ao Reino dos Céus:
"Porque eis que hão de vir dias em que dirão:
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Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram." (S. Lucas 23:20)
"Bom seria que o homem não tocasse em mulher.'' (I aos Corintios 7:1)
"Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo (ou seja solteiros) ...
Digo, por isso, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom ficarem como eu (ou seja, solteiros).
Mas se não podem conter-se, casem-se.
Porque é melhor casar do que abrasar-se." (Corintios 7:9)
• "O solteiro cuida nas coisas do Senhor, em como há-de agradar ao Senhor.
Mas o que é casado cuida nas coisas do mundo, em como há-de agradar à mulher." (Corintios 7:32-33) "Mas, (ele), o que a não dá em casamento, faz melhor.'' (Corintios 7:38)
As comunicações Bíblicas sobre a fraqueza da mulher só poderiam levar os primeiros Sacerdotes Cristãos a fazerem tão "piedosíssimas" difamações, sobre as quais nenhuma mulher, que tenha respeito por si própria, poderá manter-se calada.
• PAULO O PRIMEIRO SANTO DA CRISTANDADE PROCLAMA:
• ''A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição.
Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio.
Pois primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado mas a mulher, sendo enganada caiu em transgressão.'' (I à Timóteo 2:11-14)
• DIZ S. TERTÚLIO ÀS MULHERES :
"Sabeis vós, que cada uma de vós é uma Eva;
a sentença de Deus sobre este sexo das vossas vidas nesta era; a culpa tem de necessariamente viver, igualmente;
vós sois o primeiro desertor da Lei Divina, vós sois aquela que o persuadiu, quando o demônio ainda não era suficientemente forte para atacar.
Vós destruísses muito facilmente a imagem de Deus no homem.
Por conta da vossa deserção, ou seja, morte, até o Filho de Deus teve que morrer." (De Cottu Feminarum) AFIRMA S. GREGÓRIO TAUMATURGO :
"Entre todos os homens, procurei a castidade apropriada a eles, e não a encontrei em nenhum.
Provavelmente pode-se encontrar um homem casto entre mil, mas nunca entre as mulheres."
Segundo S. Gregório de Nazianzum: A ferocidade é característica do dragão e a astúcia da áspide, mas a mulher tem a malícia de ambos."
S. João Crisóstomo olhava a mulher como: "Um demônio necessário, uma calamidade desejada, um fascinador mortífero, e uma doença camuflada."
Aos olhos de S. Clemente de Alexandria: "Nada de calamitoso é próprio do homem, que é dotado de razão, o mesmo não se pode dizer da mulher, para a qual se è uma vergonhoso refletir sobre a sua própria natureza." (Paeds, II:, 2.83, pag. 186)
Com efeito, os construtores da Igreja Cristã, bem como os primitivos Sacerdotes, podem ser denominados de rivais concorrentes nas suas denúncias relativas à mulher. Ela foi descrita como:"O instrumento do Demônio";
"O fundamento das armas do Diabo, cuja voz é o assobiar das serpentes";
POLIGAMIA :
No que se refere à poligamia, a autora refere "cada homem pode ter 4 esposas, mas os chefes podem ter quantas quiserem (daí, o aumento acentuadíssimo da população Muçulmana no mundo)". Esta afirmação não corresponde à verdade.
Na China, o crescimento da população será também derivada da poligamia?
Os Muçulmanos são cerca de mil milhões em todo o mundo.
Se cada casal tiver em média 3 filhos, quantos nascimentos ocorrerão em cada ano?
É fácil fazer as contas.
Cabe agora fazer uma referência acerca da poligamia na religião Islâmica.
O homem é essencialmente polígamo e o desenvolvimento da civilização alastrou esta poligamia inata, por outro lado a mulher é, por natureza, monogâmica.
Se a poligamia é realmente má e prejudicial, então porque é que todos os patriarcas da raça hebraica, que são olhados como exemplos da grande moral, praticaram sempre a poligamia?
Porque casou o profeta Moisés (que a paz esteja com Ele) com mais de uma mulher?
Seria ele amoral ou um homem sensual? (Deus proibiu de o ser).
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Porque tomaram Jacob e Abraão (que a paz esteja com Eles) para si mais de uma esposa?
Quando vemos mulheres infelizes que enchem as ruas das cidades ocidentais à noite, não assenta bem nas bocas ocidentais censurar o Islam pela sua poligamia.
Será que é melhor para o homem praticar secretamente o adultério (um ato desprezível) profanando as esposas, filhas e irmãs de outras pessoas, gerando filhos "ilegítimos" e cujas mães fora do alcance da lei, sem abrigo e sem cuidados, depois de abandonadas são desprezadas pela sociedade?
O Reverendo Canon Issac Taylor, um eminente eclesiástico inglês, disse num dos Congressos eclesiásticos ocorrido na Inglaterra:
"Devido à poligamia, os países muçulmanos estão livres de parias profissionais, a maior censura à cristandade do que a poligamia ao Islam.
A poligamia estritamente regulada das terras Muçulmanas é infinitamente menos degradante para a mulher e menos injuriosa para o homem, do que a poliandria promíscua que se pratica nas cidades cristãs e que é absolutamente desconhecida no Islam".O homem vive num estado de poligamia nos países civilizados, apesar da monogamia ser obrigatória por lei.
Dificilmente se encontrará mais do que um homem de entre uma centena, que possa jurar no seu leito de morte que nunca conheceu mais do que uma mulher durante toda a sua vida.
Na religião Islâmica deve-se olhar a monogamia como norma e a poligamia como exceção, pois a religião Islâmica não obriga o homem a ser polígamo, sendo atualmente, o número de homens Muçulmanos casados com mais de uma esposa, muito inferior ao passado.
Cabe aqui referir que o Islamismo permite o casamento até 4 esposas, nomeadamente, nos seguintes casos:
- conseqüência das guerras, onde se verificou uma dizimação da população masculina.
Neste caso, as viúvas e outras mulheres em idade de casar onde iriam arranjar maridos para todas elas?;
no caso da mulher sofrer de doença crônica, que a impeça de engravidar e o homem necessita de outra esposa para obter filhos.
Se ele se divorciar da mulher e a abandonar à sua sorte não será melhor manter-se casado e o homem "legalmente" casar com outra mulher?;
- no caso do homem casado vir a amar outra mulher, mas a esposa não pretender se divorciar.
De notar que o homem deve respeitar e tratar de igual modo as suas esposas.
Devem abster-se das ostentações e vestirem-se com dignidade.
Devem respeitar a mãe e o pai. Não existem lares de idosos nos países Islâmicos, pois os filhos devem tomar conta dos pais idosos.
Os vizinhos constituem uma preocupação, pois ninguém é crente quando vai para a cama com a barriga cheia, sabendo que o seu vizinho, mesmo de outra religião está a passar dificuldades.
Devem alimentar os pobres e criarem condições para eles encontrarem o seu meio de subsistência, são estas algumas das obrigações dos muçulmanos.
Quanto à vida eterna, os Muçulmanos acreditam que cada ser humano nasce sem pecado, sendo responsável pelos seus atos a partir da puberdade.
Pois ninguém é responsável pelos pecados dos outros.
Após a sua morte será ressuscitado e prestará contas da sua conduta na terra.
Se praticou boas ações terá o Paraíso como residência eterna e se praticou más ações terá o castigo merecido, pois Deus Todo Poderoso sabe das nossas boas e más ações, mesmo as que são feitas às escondidas.
Na Arábia Saudita por exemplo, o Alcorão (Bíblia islâmica) é a lei, o que não acontece na Turquia.
Um exemplo: na Arábia Saudita, as mulheres tem que se cobrir totalmente com roupas e lenços negros caso contrário vão para uma prisão religiosa.
Na Turquia essas mulheres podem escolher se cobrir ou não e elas não serão castigadas por causa disto. A religião e a lei não caminham juntas na Turquia.
Assim há uma diferença quando se fala sobre religião entre a Turquia e alguns outros países islâmicos.
Na vida social do Islã, o contraste entre mulheres e homens é bem claro.
Como alguns peritos religiosos dizem, também há algumas leis que protegem as mulheres, como quando uma mulher se casa, o homem deve dar uma quantia de dinheiro a ela.
Este dinheiro fica com ela e só pode ser usado com o consentimento da mesma.
A mulher pode se casar só com um homem mas um homem pode se casar com mais que de uma mulher.
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Hoje a poligamia é proibida na Turquia e Tunísia.
Na Turquia um homem só pode se casar no cartório com uma mulher e o código civil é uma cópia do código Suíço que foi implementado por Ataturk- o Fundador da República Turca.
Ainda na Turquia, em uma cerimônia religiosa em uma mesquita um homem pode se casar com mais de uma mulher. A Poligamia existe devido a dois pontos.
O primeiro é explicado pela quantidade de homens que morriam nas guerras antigamente.
Permitindo que um homem se casasse com mais de uma mulher significaria dizer que esta mulher poderia dar à luz a crianças que se transformariam em homens e que aumentariam exército do país. Assim, deste modo o Alcorão está protegendo o estado.
O segundo ponto é explicado pelo fato de que muitos homens morreriam na guerra e deixariam a viúva sem qualquer apoio financeiro.
Mulheres naquele tempo não era tão independentes quanto hoje em dia, elas não pudiam se sustentar financeiramente e não tinham nenhuma profissão.
Assim essas mulheres se envolveriam em prostituição para sobreviver.
Dando o direito ao homem de se casar com mais de uma mulher, de certo modo também estava dando proteção a essas mulheres. Isso tudo faz sentido?
A RELIGIÃO É UM MECANIMO DE CONTROLE MENTAL ?
As ocupações permitidas à mulher: nenhuma que envolva a razão, pois a mulher não a tem.
A circuncisão e excisão feminina. O casamento inegualitário para a mulher.
A impureza constante devido ao período.
A obrigação de satisfação sexual do homem, nenhuma para a mulher…
A desprotecção perante a justiça da mulher, quer em crimes sexuais como abuso físico e financeiro. O corpo de uma mulher, especialmente a vagina, não lhe pertence!
É “comprada” pelo marido na hora do casamento.
A lista é interminável, bem como as referências corânicas, do hadith, dos califas e família do profeta, quer para o islão wahibita, como para o shiita…
Querer justificar determinadas posições ocidentais sobre a cultura muçulmana, com somente citações do alcorão é como pedir a um muçulmano que seja como um protestante cristão perante o catolicismo… Coisa que lhe é impossível porque a própria palavra do profeta, garante que seja a classe teológica a protectora da palavra…
Além disso, Maomé ao deixar um códice escrito, (assunto ainda por cima difícil de investigar…
dado que cópias antigas do corão que se afastassem da ortodoxia foram simplesmente eliminadas… embora hoje haja descobertas arqueológicas que prometem algumas revelações…
com muita polémica e furor para os clérigos muçulmanos (infiéis a decidirem o que é o corão?!)), desacelerou efectivamente a capacidade de mudança da religião muçulmana, em contraste com a religião cristã onde o rito precedeu as escrituras, tornando possível a igreja católica e ortodoxa na forma actual.
As grandes mudanças culturais do islão, deveram-se em grande parte às culturas conquistadas e hoje, ao choque da modernidade e da cultura ocidental.
No entanto, a distância entre um teólogo moderado e um ortodoxo é muito pequena em comparação com a religião cristã e ainda mais com os movimentos humanistas progressistas mundiais.
O fundamentalismo que hoje, tanto assusta, é em parte, um querer voltar para o passado, para a prática e cultura que distinguiu os muçulmanos do ocidente, e logo para o que de pior e mais reaccionário e inumano que possamos encontrar no islão.
Nestes tempos pós 11 de Setembro e da «guerra do véu» em França, fica bem a uma certa intelectualidade ecuménica defender, como fizeram no passado, os argumentos e «impressões» da antiga islamofilia, em nome da tolerância.
Aliás.. os próprios elementos superiores dos conselhos islâmicos da Europa o fazem com habilidade. A tolerância é um valor por si.
E as religiões nas suas formas originais não o suportam…
Só a prática dos homens e a necessidade de paz é que a fez estabelecer nas sociedades.
Hoje, temos a Carta Universal dos Direito Humanos como guia, não quaisquer verdades reveladas de um deus qualquer.
Mas no fim disto tudo…
• As mulheres é que continuam a sofrer.

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