CAPITULO 15
BUDISMO A RELIGIÃO DE BUDA
No século VI a.C., enquanto Confúcio começava a pregar na China, o príncipe Siddharta Gautama abandonou seu reino no norte da Índia e virou monge, incentivando a prática da meditação e o desprendimento das coisas materiais e proibindo o consumo de carne, tornando-se o BUDA: o iluminado.
Adoptado como religião oficial no século III a.C., o budismo difundiu-se para a China, Japão e Sudeste Asiático.
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As narrativas orais sobre a origem da civilização hindu, se constituía também numa forte tradição na Índia antiga, em que o confronto dos povos dravidiano e ariano se misturava a feitos de deuses e demónios.
Entre os séculos IV e III a.C., essas histórias foram reunidas em dois grandes livros:
o Mahabarata
e o Ramayana.
A religião inspirou pintores e escultores que decoravam os templos dos deuses Krishna,
Brahma, Vishnou e Shiva.
Os bailarinos desenvolveram coreografias complexas, ao som de cítaras, flautas e tambores
O príncipe Siddharta, do clã Sakya (daí o nome Sakyamuni), nasceu no ano 566 a.C.
Naquele tempo, as classes dominantes seguiam a visão de mundo bramânica, com suas divisões da ordem social em castas e com a ênfase em rituais e sacrifícios.
O sistema mantinha o poder secular dos governantes e o poder espiritual dos brâmanes.
Entretanto, havia muito descontentamento.
Siddharta percorreu a planície Gangética em busca de uma nova ordem moral.
Durante suas reflexões em Bodhgaya ele atingiu a iluminação e seu primeiro sermão foi dado em Sarnat, perto de Varanasi
INTRODUÇÃO
Budismo, religião de importância mundial, criada no noroeste da Índia.
Baseia-se nos ensinamentos de Siddhartha Gautama, mais conhecido como Buda, o Iluminado.
Como movimento monástico, originou-se dentro da tradição bramânica dominante daquela época e espalhou-se, rapidamente, para outras direcções, adquirindo características próprias.
Actualmente, o budismo divide-se em dois grandes ramos: o Theravada ou Caminho dos Sábios e o Mahaiana ou Grande Veículo.
ORIGENS
Siddhartha Gautama, Buda, filho do soberano de um pequeno reino, nasceu em Kapilavastu, no ano 563 a.C., perto da actual fronteira entre a Índia e o Nepal.
Aos 29 anos decidiu renunciar a todos os seus bens materiais e a dotou uma vida de ascetismo.
Quando alcançou o nível de Iluminado (o mais alto) formou, com seus discípulos, uma comunidade monástica onde passou o resto de sua vida.
Os elementos principais em que se baseia a Iluminação referem-se à realização das Quatro Verdades Excelentes:
• – O sofrimento
• – A causa do sofrimento
• – Sua supressão
• – O caminho para seu fim
O budismo ensina a doutrina de Anatmán, ou negação da existência de uma alma permanente, a doutrina do Carma — que determina o tipo de reencarnação — e o Nirvana ou estado de Iluminação perfeito.
Devido à morte de Buda — e na falta de um sucessor — a ordem monástica decidiu reunir-se periodicamente para obter um consenso, tanto sobre assuntos da doutrina como de práticas religiosas. Dentro da tradição budista, houve quatro conselhos considerados Conselhos Superiores, sendo o último realizado por volta do ano 100.
CONFLITOS E NOVOS GRUPOS
O Budismo foi muito difundido nos primeiros anos de sua existência, o que provocou conflitos de interpretação. Enquanto os monges mais conservadores continuaram honrando Buda como o Perfeito Iluminado, os mahasanghikas, mais liberais, desenvolveram um conceito novo:
Considerar Buda como um ser eterno, omnipresente e transcendente.
O pensamento mahasanghika pode ser visto como precursor do pensamento Mahaiana, formado entre os séculos II a.C. e I d.C. Este conceito introduziu, no budismo, ideias sobre a graça divina e revelação contínua, além de outro aspecto mais importante: o bodhisattva (ser iluminado) como um ideal a ser alcançado pelos budistas devotos
Por volta do século VII d.C., desenvolveu-se uma nova forma de budismo conhecida como tantrismo (ver Tantra) que se formou a partir da união entre o Mahaiana e as crenças e magias populares do norte da Índia.
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. EXPANSÃO
Durante o século VI, o Theravada (ramo do budismo conhecido como "Caminho dos Sábios") estendeu-se de Myanmar (ex-Birmânia) até a região da actual Tailândia.
Com o crescimento do reino tailandês, este ramo foi a dotado como religião oficial.
Durante o século XIV, o Theravada também foi adoptado pela casa real do Laos.
No início da era cristã, o budismo foi levado para a Ásia Central.
De lá — e durante o século I d.C. —, entrou na China seguindo as rotas do comércio.
A partir dali, continuou sua expansão asiática e chegou à Coreia em 372.
Em 552, foi introduzido no Japão.
O budismo chegou ao Tibete no início do século VII d.C.
Nos meados do século seguinte, já havia se transformado em uma força significativa dentro da cultura tibetana. Aproximadamente sete séculos mais tarde, os budistas tibetanos a dotaram a ideia de que os abades dos grandes monastérios eram reencarnações dos famosos bodhisattvas.
Com base nesta crença, o abade principal passou a ser conhecido como Dalai Lama.
Desde meados do século XVII até 1950 — ano em que a China se apoderou do Tibete —, os Dalai Lamas governaram o país como uma teocracia (ver Lamaísmo).
Na China, Japão e toda Ásia ocidental, muitas seitas budistas foram criadas e desenvolvidas.
Dentre elas, as mais importantes foram a Ch'na ou Zen e a Terra Pura ou Amidismo.
A seita Zen pratica a meditação como o caminho para descobrir, intuitivamente, a natureza interior de Buda.
Em vez de meditar, a doutrina da Terra Pura enfatiza a fé e a devoção a Buda Amitabha ou Buda da Luz Infinita, o que significa renascer em um paraíso eterno conhecido como a Terra Pura.
INSTITUIÇÕES E PRÁTICAS
Desde o princípio, os seguidores mais devotos de Buda organizaram-se em um grupo monástico chamado sangha. Os membros podem ser facilmente identificados por suas cabeças raspadas e túnicas alaranjadas. Cada comunidade é independente e organizada democraticamente.
Entre as funções mais tradicionais dos monges budistas, está a de realizar celebrações fúnebres para honrar os mortos.No budismo, os actos de veneração realizados pelos leigos são mais individuais do que colectivos.
Nos países Mahaiana, os rituais são mais importantes do que nos Theravada. As diversas imagens de Buda nos altares dos templos e casas dos devotos servem como objectos de adoração.
O BUDISMO HOJE
Uma das características mais notáveis que, por mais tempo, perdurou no budismo, é sua capacidade de adaptar-se às diversas condições e culturas distintas.
Filosoficamente, o Budismo é contra os bens materiais, mas não entra em conflito com as ciências modernas. O crescente interesse manifestado pelo budismo nas culturas ocidentais levou à criação de muitas instituições dedicadas ao estudo e à prática desta religião que influenciou não somente a Índia, mas, também, o Sri Lanka, Tailândia, Camboja, Myanmar e Laos, onde o ramo predominante é o Theravada (O Caminho dos Sábios).
Já o ramo Mahaiana (O Grande Veículo) teve influência especial na China, Japão, Taiwan, Tibete, Nepal, Mongólia, Coreia e Vietnã, assim como na Índia.
Estima-se que, no mundo, o número actual de budistas oscile entre 150 e 300 milhões de fiéis.
REINCARNAÇÃO
A crença de renascer noutro corpo; a crença de que vivemos antes e viveremos novamente noutro corpo após a morte. Era uma crente vulgar nas religiões orientais como o hinduismo e o budismo, mas agora é uma pedra base de teorias como a dianética e o canalizar.
Nas religiões antigas, a reincarnação não era algo de bom, mas uma coisa má.
Atingir o estado mais elevado (nirvana) era escaparmos da roda dos nascimentos.
Nas religiões da Nova Era, parece ser algo de perverso.
Prepare-se nesta vida para o que ou quem se tornará na próxima.
Crença na reincarnação abre também as portas para as terapias da Nova Era, que procuram as causas dos nossos problemas hoje nas experiências das nossas vidas passadas.
Porque é que alguém pensa que uma dor crónica no estômago é devida a ter sido esfaqueado há dois mil anos numa arena Romana, ultrapassa-me.
Suponho que estas crenças são atraentes porque não podem ser provadas.
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Mais, os pacientes parecem fazer bicha para ouvir estes disparates.
L. Ron Hubbard, autor de Dianetics e fundador da Cientologia, introduziu a sua própria versão da reincarnação na sua nova religião. De acordo com Hubbard, as vidas passadas precisam de serem auditadas para ir à raiz dos seus "problemas."
Também afirma que a "Dianetica deu ímpeto a Bridey Murphy" e alguns cientologistas foram cães e outros animais em vidas passadas ("A Note on Past Lives" em The Rediscovery of the Human Soul). De acordo com Hubbard,"Foi só com a Cientologia que os mecanismos da morte foram completamente compreendidos."O que acontece na morte é: o Thetan (espírito) encontra-se sem um corpo (que morreu) e vai á procura de novo corpo. Thetans "andarão à volta das pessoas.
Vêem uma mulher grávida e seguem-na na rua." Então, o Thetan entra no recém nascido "geralmente... dois ou três minutos após a criança sair de dentro da mãe.
Um Thetan geralmente aproveita o momento em que a criança respira pela primeira vez."
Como Hubbard sabe isto nunca é revelado.
J.Z. Knight afirma que em 1977 o espírito de um guerreiro do Cro-magnon que viveu na Atlântida possuiu i seu corpo de modo a transmitir regras de sabedoria que reuniu ao longo dos séculos.
O sr. Knight parece continuar o trabalho de Jane Roberts e Robert Butts, que em 1972 surgiram no mercado com Seth Speaks. Knight, Roberts e Butts estão em divida para com Edgar Cayce que afirmava estar em contacto com muitas das suas vidas passadas.
Pode pensar que o canalizar baralha um bocado as coisas.
Porque se vários espíritos do passado podem entrar numa pessoa em qualquer momento sem destruir a presente pessoa, é possível que quando alguém se recorda de uma vida passada não seja essa pessoa que se está a lembrar.
De um ponto de vista filosófico, a reincarnação coloca alguns problemas interessantes
. O que é reincarnado? Presumivelmente, é a alma.
Se as almas existem, podemos afirmar que ou existem eternamente ou são criadas.
E podemos também considerar que ou teme um fim ou existem para sempre.
Podemos afirmar que são colocadas por Deus no momento da concepção ou que são livres de entrar num bebe no momento do nascimento.
Podem entrar e sair dos corpos à vontade.
De facto as possibilidades das relações das almas com os corpos são infinitas.
A projecção astral oferece uma possibilidade.
A alma imortal deixando o corpo e indo para o céu ou para o inferno é uma possibilidade.
Podemos explicar as crianças prodígio defendendo que ao contrário da maior parte das reincarnações em que a alma tem de começar do zero, a criança prodígio recebe uma alma que traz conhecimentos da vida anterior, dando-lhe vantagens sobre os restantes.
Podemos explicar o deja vu como memórias de vidas passadas.
Os sonhos podem ser explicados como viagens da alma.
Mas antes de pensarmos nestas explicações devemos antes pensar na ideia da alma.
Esta substância não-substância é um absurdo, uma noção auto-contraditória.
A ideia de um contentor não espacial é tão concebível como a de um verme não espacial.
Mas se aceitamos por um momento que a ideia de alma é possível, podemos assumir que existiu do nada a partir de um dado momento, ou que evoluiu a partir de algo, ou que existiu sempre.
Não penso que haja um crente que aceite que a alma evoluiu a partir de algo.
Portanto, ou surgiu do nada ou existiu sempre. Se existiram sempre e a reincarnação está correcta, então a população mundial devia permanecer constante. Donde, ou as almas não existiram sempre ou a reincarnação não está correcta. Se assumimos que as almas não existiram sempre, então, por silogismo disjunctivo devemos concluir que a reincarnação não é correcta.Portanto, para a reincarnação ser correcta, as almas não podem ter existido sempre.
Mas se a reincarnação está correcta as almas devem surgir do nada. Mas a reincarnação exige que já exista uma alma para reincarnar.Se as almas surgem de repente porquê assumir que (a) entram em corpos, ou (b) surgem apenas para saltar de corpo em corpo?
Podemos assumir que as almas emergem e encontram um corpo e agarram-se a ele até à morte, e saltam para o seguinte, ad infinitum ou ad nauseam ou ad qualquer coisa.
Podemos assumir isso, mas para quê?
Que razão para assumir tão estranha crença?
Se um afirma que a reincarnação não é inutil, pois ajuda a explicar o mencionado acima, então teremos de fornecer explicações alternativas.
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Por exemplo, regressões a vidas passadas e deja vu são melhor explicadas como recordações desta vida.
Sonhos e crianças prodígio são melhor explicadas como resultado de actividade cerebral.
O meu ponto de vista é que não havendo maneira de distinguir um bebe cuja alma vai para o céu ou para o inferno de um bebe cuja alma esteve antes noutros corpos de um bebe sem alma nenhuma, segue-se que a ideia de alma não acrescenta nada ao nosso conceito de ser humano. Donde, quer a reincarnação quer a ideia de uma alma imortal que vai para o céu ou para o inferno são igualmente inúteis e sem sentido.
Finalmente, visto não haver maneira de dizer a diferença entre um bebé com alma que vai para o céu ou o inferno, de um cuja alma tem andado por outros corpos, de um sem alma, a ideia de alma não acrescenta nada à nossa concepção de ser humano.
Aplicando a navalha de Occam, quer a ideia de reincarnação quer a ideia de uma alma imortal que irá para o céu ou para o inferno, são igualmente desnecessárias.
HINDUÍSMO , BRAMANISMO OU SANATANA DHARMA
• (Lei Eterna),
como preferem chamar seus seguidores, pode ser definido como o conjunto de ritos, princípios e práticas que vieram para Índia por volta do ano 2.500 a.C. trazidos pelos vedas e foram sendo inicialmente transmitidos oralmente de geração a geração até finalmente serem transcritos. Hinduísmo tem carácter histórico, pois sua utilização deriva-se de hindu a denominação dada pelos persas e gregos aos povos que habitavam as margens do Rio Sindhu - actual Indus.
Posteriormente sob o domínio inglês, a fé deste povo foi denominada "hinduism", anglicismo aportuguesado como hinduísmo.
O Hinduísmo não é considerado por alguns como uma religião, visto que ele não possui todos os atributos que definem, formalmente, uma religião, tais como: fundador, hierarquia, liturgia e dogmas, entretanto é praticada por mais de 85% da população da Índia.
Na verdade, podemos dizer que o Hinduísmo é, para o povo da Índia, mais que uma religião, pois faz parte da história e do modo de vida deste povo. Por sinal a palavra Hinduísmo deriva de hindu, que foi a denominação dada por persas e gregos aos povos que moravam nas margens do rio Sindhu.Como não foi fruto de nenhum profeta a fé hindu é consequência da experiência de vários sábios, que a partir de suas próprias vivências trouxeram a sua visão da verdade e a transmitiram ao povo. Outra característica da fé hindu é a sua universalidade, pois é respeita e reconhece todas as formas de culto e de fé, atribuindo valor aos profetas e ícones das outras religiões.Os fundamentos da religião estão contidos nos quatro livros sagrados, os vedas, que em sânscrito quer dizer conhecimento, e são: o rig-veda; o sama-veda; yajur-veda e o athara-veda. Estes livros contêm hinos, ritos e preces que são compostos de duas partes: a parte do trabalho e a do conhecimento. Dentro dos vedas encontram-se duas grandes epopeias: o Mahabharata (grande Índia), composto de aproximadamente 250.000 versos que narram a história da Índia, embora por causa do seu aspecto mítico e fabuloso, muitas vezes seja árduo distinguir o que é ou não real, o que o torna o seu texto um tanto quanto inverossímil.
Este livro levou cerca de 800 anos para ser escrito, tendo sido iniciada por volta de 400 a.C. Dentro do Mahabharata é que se encontra o famoso Bhagavad-Gita (O Canto do Senhor Bendito), que narra o diálogo entre Arjuna e seu cocheiro, que era secretamente o deus Krishna (a oitava encarnação de Vishnu), sobre a inevitável guerra entre os Kurus e os Pândavas para obterem o domínio da cidade de Hastinapura, um dos mais importantes centros da civilização hindu.
O outro épico e o Ramayana, que é composto por cerca de 50.000 versos e narram as aventuras do príncipe Rama (a sétima encarnação de Vishnu), e sua esposa Sita.
Há também os Upanishads, que são considerados como a essência original dos vedas e é o mais sagrado de todos os livros. Embora possua um vasto panteão de divindades, o hinduísmo possui uma trindade principal que é composta por Brahma, Vishnu e Shiva (Criação, Preservação e Destruição). Ao contrário do que a maioria pensa, a religião dos vedas não é politeísta, pois todos os deuses e deusas são na verdade manifestações do Deus uno ou verdade suprema, que é Brahma. Para os hindus a verdade (Brahma) é uma só, que abrange a tudo e a todos, caracterizando o panteísmo desta religião. Segundo os ensinamentos hinduístas o mundo material em que vivemos é uma mera ilusão, que Maya (a ilusão), faz parecer real para enganar os homens e fazê-los sofrer. O Hinduísmo ensina que os homens possuem uma alma eterna e indestrutível(atma), que faz parte de Brahma, e que todos devem trabalhar para alcançarem a libertação (moksha) e voltarem para Brahma.
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Esta libertação é alcançada através da quebra do ciclo de existências sucessivas (samsara), ou seja, o homem a cada existência, através do conjunto de suas acções (karma), constrói sua próxima existência, enquanto o homem não conseguir alcançar o nirvana, que é o estado de plenitude e de conhecimento de si mesmo e do universo, o homem após a morte retorna para uma nova existência, que pode ser na forma de homem ou de animal (metempsicose), por isto os hindus respeitam tanto as vacas, os ratos e as serpentes, visto que acreditam que pode ser um ente querido que voltou nesta forma.
Quando o homem não conseguiu se conduzir bem retorna em condições físicas inferiores, ao passo que se praticou acções correctas volta como homem.
A religião hindu reconhece três caminhos para se alcançar a libertação(moksha): o caminho do conhecimento (Jnana Marga), o caminho da devoção (Bhakti Marga) e o caminho da obras rituais (Karma Marga), dentro deste contexto estimula a prática da Yoga, que é uma forma de subjugar o corpo à alma, assim como de unir a alma individual (atma) a alma universal (Brahma), e a meditação transcendental como formas de elevação espiritual que podem ajudar o homem a alcançar a iluminação e a libertação do mundo ilusório, além destes, são importantes também a oração, e o ascetismo, que é a libertação dos aspectos materiais do mundo.
sábado, 7 de novembro de 2009
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