CAPITULO 60
A CAÇA ÀS BRUXAS 1450 - 1750 ...
MILHARES DE MORTOS EM NOME DE DEUS
Após a Igreja Católica ter sido formada e haver adquirido poder, os costumes dos Pagãos foram vistos como uma ameaça ao sistema religioso recentemente estabelecido e a adoração dos Deuses da religião Antiga, foi banida.
Os antigos festivais foram superados pelos novos feriados religiosos da Igreja, e os antigos Deuses da Natureza e da Fertilidade, transformados em terríveis e maléficos demônios e diabos.
A igreja patriarcal chegou até a transformar várias Deusas pagãs em diabos masculinos e maus, não somente para corromper deidades da Religião Antiga, como, também para apagar o fato de o aspecto feminino ter sido objeto de adoração.
No ano de 1233, o Papa Gregório IX, instituiu o Tribunal Católico Romano, conhecido como Inquisição, numa tentativa de terminar com a heresia.
Em 1320, a Igreja (a pedido do Papa João XXIII) declarou oficialmente que a Bruxaria, e a Antiga Religião dos Pagãos constituíam um movimento e uma "ameaça hostil" ao Cristianismo.
Os bruxos tornaram-se heréticos e a perseguição contra todos os Pagãos, espalhou-se como fogo selvagem por toda a Europa.
É interessante notar que, antes de uma pessoa ser considerada herética, ela tem, primeiro, que ser cristã, e os Pagãos nunca foram cristãos. Eles sempre foram Pagãos.
Os Bruxos (junto com um número incalculável de homens, mulheres e crianças inocentes, que não eram Bruxos), foram perseguidos, brutalmente torturados, por vezes violados sexualmente ou molestados, e, então, executados pelas autoridades sádicas, sedentas de sangue da Igreja, que ensinavam que seu Deus era um Deus de amor e compaixão.
A Bruxaria na Inglaterra tornou-se uma ofensa ilegal no ano de 1541, e, em 1604, foi adotada uma Lei que decretou a pena capital para os Bruxos e Pagãos.
Quarenta anos mais tarde, as 13 colônias na América do Norte decretaram também a pena de morte para o "crime de bruxaria".
No final do século XVII, os seguidores que permaneciam leais à Religião Antiga, viviam escondidos, e a Bruxaria tornou-se uma Religião subterrânea secreta após uma estimativa de um milhão de pessoas ter sido levados à morte na Europa e mais de trinta condenados em Salem, Massachusetts, em nome do cristianismo.
Embora os infames julgamentos das Bruxas de Salem, em 1692, sejam os mais conhecidos e bem documentados na história dos Estados Unidos da América, o primeiro enforcamento de um Bruxo na Nova Inglaterra realmente aconteceu em Connecticut, em 1647, 45 anos antes que a história contra a Bruxaria se abatesse na Vila de Salem.
Ocorreram outras execuções pré-Salem, em Providence, Rhode Island, em 1622.
O método mais popular de extermínio dos Bruxos na Nova Inglaterra era a forca.
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Na Europa,, a fogueira. Outros métodos incluíam a prensagem até a morte, o afogamento, a decapitação e o esquartejamento.
Durante 260 anos, após a última execução de um Bruxo, os seguidores da Religião Antiga mantiveram suas práticas pagãs ocultas nas sombras do segredo e, somente após as Leis contra a Bruxaria terem sido finalmente revogadas na Inglaterra, foi que os Bruxos e Pagãos, em 1951, oficialmente saíram do quarto das vassouras..."
O cristianismo, em seus primórdios, trouxe poucas mudanças.
Os camponeses viam na história de Cristo somente uma versão nova de suas próprias lendas antigas sobre a Deusa Mãe e sua Criança Divina, que é sacrificada e nasce novamente.
Sacerdotes rurais, com freqüência, comandavam a dança nas assembléias ou grandes festivais
Os covens, que guardam o conhecimento das forças sutis, eram clamados de Wicca ou Wicce, da palavra de raiz anglo-saxã, significando "curar ou moldar".
Eram aqueles que podiam moldar o invisível de acordo com suas vontades.
Curandeiros, professores, poetas e parteiras eram figuras centrais em todas as comunidades.
A perseguição começou lentamente.
Os séculos XII e XIII assistiram ao renascimento de aspectos da Antiga Religião através dos trovadores, que escreviam poemas de amor para a Deusa sob o disfarce de damas da nobreza da época.Catedrais magníficas foram construídas em homenagem a Maria, que havia incorporado vários aspectos da antiga Deusa.
A Feitiçaria foi declarada como um ato de heresia e, em 1324, um coven irlandês liderado por Dame Alice Kyteler foi levado a julgamento pelo bispo de Ossory por veneração a um deus não-cristão.Dame Kyteler salvou-se em virtude de sua condição social, mas os seus seguidores foram queimados.Guerras, cruzadas, pragas e revoltas campesinas assolaram a Europa nos séculos que se seguiram.
Joana D'Arc, a "DonzeIa de Orleans", conduziu para a vitória os exércitos da França, mas foi queimada como uma bruxa pelos ingleses.
Donzela é um termo de muito respeito em Feit;çaria e foi sugerido que os camponeses franceses amavam tanto Joana D'Arc por ser ela, na verdade, uma líder da Antiga Religião."
A estabilidade da Igreja havia sido abalada e o sistema feudal começara a ruir.
O universo cristão foi tomado por movimentos messiânicos e revoltas religiosas e a Igreja não podia mais tolerar com tranqüilidade os seus rivais.
Em 1484, a bula papal de Inocêncio VIII liberou o poder da Inquisição contra a Antiga Religião.
Com a publicação do Malleu,5 Maleficarum* dos dominicanos Kramer e Sprenger, em 1486, o terreno encontrava-se preparado para um reinado de terror que manteria a Europa em suas garras até a metade do século XVII.
A perseguição era direcionada mais intensamente contra as mulheres: de um número estimado em nove milhões de bruxos que foram mortos,* 8 Milhões eram mulheres, incluindo crianças e moças, as quais, acreditava-se, haviam herdado o "mal" de suas mães.
O ascetismo do cristianismo primitivo, que negava o universo carnal, havia degenerado, em algumas alas da Igreja, em ódio àqueles que traziarn esta sensualidade consigo.
A misoginia, o ódio às mulheres, transformou-se em forte elemento no cristianismo medieval.
As mulheres, que menstruam e dão à luz, eram identificadas com a sexualidade e, conseqüentemente, com o maléfico.
"Toda a bruxaria advém da luxúria carnal, a qual nas mulheres é insaciável", afirmava o Malleus Maleficarum. O terror era indescritível.
Uma vez denunciada por qualquer pessoa, desde um vizinho maldoso até uma criança agitada, a bruxa sob suspeita era repentinamente presa, sem aviso prévio e não lhe era permitido que voltasse para casa. Ela era considerada culpa da até que fosse provada a sua inocência.
A prática comum era desnudar a vítima, raspar-lhe os pêlos completamente na esperança de encontrar as "marcas" do diabo, as quais poderiam ser verrugas ou sardas.
Com freqüência, a acusada era espetada, em todo o seu corpo, com agulhas compridas e afiadas; acreditava-se que os pontos em que o Diabo houvesse tocado fossem indolores.
Na Inglaterra, a "tortura legal" não era permitida, mas os suspeitos eram privados de sono e submetidos a lenta inanidade antes de serem enforcados.
No continente, toda atrocidade imaginável era praticada - a roda, os apertadores de polegares, "botas" que quebravam os ossos das pernas, surras terríveis - a lista completa dos horrores da Inquisição.
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Os acusados eram torturados até que assinassem confissões preparadas pelos inquisidores, até que admitissem as suas ligações com Satã e as práticas obscuras e obscenas, as quais nunca fizeram parte da verdadeira Feitiçaria.
Ainda mais cruel, eram torturados até que dessem os nomes de outras pessoas, até que a cota de treze de um coven estivesse completa. Com a confissão obtinha-se uma morte mais misericordiosa: o estrangulamento antes da fogueira.
Suspeitos recalcitrantes, que sustentavam a sua inocência, eram queimados vivos.
Caçadores de bruxas e informantes eram pagos por condenações e muitos consideravam esta uma carreira lucrativa.
A instituição médica masculina, em ascensão, acolheu com prazer a chance –Em geral as bruxas são mulheres. A opção pelo gênero pretende incluir os homens e não excluí-los - de eliminar as parteiras e os herbanários dos vilarejos, seus principais concorrentes econômicos.
Para outros, os julgamentos de Feiticeiras davam-lhes a oportunidade de se verem livres de "mulheres petulantes" e vizinhos indesejados.
As Feiticeiras afirmam que poucos daqueles que foram julgados à época das fogueiras, na realidade, pertenciam a covens ou eram membros da Arte.
As vítimas eram pessoas idosas e senis, mentalmente perturbadas, mulheres cuja aparência era desagradável ou sofriam de alguma deficiência física, beldades locais que machucaram os egos errados por terem rejeitado suas investidas ou que haviam despertado ardente desejo em um padre celibatário ou num homem casado.
Homossexuais e livres-pensadores também eram apanhados nessa mesma rede.
Às vezes, centenas de vítimas eram mortas em um só dia. No bispado de Trier, na Alemanha, duas aldeias permaneceram com somente uma mulher cada, após os julgamentos de 1585.
As bruxas e fadas que podiam escaparam para terras longe do alcance da Inquisição..."
A caça às bruxas foi uma perseguição religiosa e social que começou no final da Idade Média e atinge seu apogeu na Idade Moderna.
Antigas religiões pagãs e matriarcais eram tidas como satânicas.
Mulheres eram queimadas em fogueiras sem o menor pretexto. Um tipo de paranóia social.
O mais famoso manual de caça às bruxas é o Malleus Maleficarum, ou "martelo das feiticeiras", de 1486. Num sentido mais amplo, a expressão "caça-às-bruxas" costuma ser utilizada em diversas outras ocasiões.
Como exemplo temos que, durante a guerra fria, os EUA perseguiam toda e qualquer pessoa que julgassem ser comunista, seja por causa fundamentada ou não.
Dessa forma, temos a caça às bruxas comunistas dos EUA.
A CAÇA ÀS BRUXAS EUROPEIA
Embora tenha começado no fim da Idade Média, a caça às bruxas européia foi bem mais um fenômeno da Idade Moderna, período em que a taxa de mortalidade foi bem maior.
Embora supostas bruxas tenham sido queimadas ou enforcadas num intervalo de cinco séculos -- do século 14 ao século 18 -- a maioria foi julgada e morta entre 1550 e 1650, nos 100 anos mais histéricos do movimento.
O número de julgamentos e execussões tinha fortes variações no tempo e no espaço.
Seria fácil encontrar localidades que, em determinado período, estavam sendo verdadeiros matadouros logo ao lado de regiões praticamente sem julgamentos por bruxaria.
A maior parte das mortes na Europa ocidental ocorreram nos períodos e também nos locais onde havia intenso conflito entre o Catolicismo e o Protestantismo, com conseqüente desordem social. Ocorriam mais mortes em regiões de fronteira ou locais onde estivesse enfraquecido um poder central, com a ausência da Igreja ou do Estado.
Fatores regionais tiveram papel decisivo nos modos e na intensidade dos julgamentos.
A maioria das vítimas foram julgadas e executadas por cortes seculares, sendo as cortes seculares locais de longe as mais cruéis.
As vítimas de cortes religiosas geralmente recebiam melhor tratamento, tinham mais chances de serem inocentadas, e recebiam punições muito mais leves. Muitos países da Europa quase não participaram da caça às bruxas e 3/4 do território europeu não viu um julgamento sequer.
A Islândia executou apenas quatro "bruxas"; a Rússia apenas dez.
A histeria foi mais forte na Suíça, Alemanha e França.
Numa média 25% das vítimas foram homens, mas a proporção entre homens e mulheres condenados podia variar consideravelmente de um local para o outro.
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Mulheres estiveram mais presentes que os homens também enquanto denunciantes e não apenas como vítimas.
Até onde se sabe, algumas vítimas adoravam entidades pagãs e, por isso, poderiam ser vistas como estando indiretamente ligadas aos"neopagãos" atuais, mas esses casos eram uma minoria.
Também é verdade que algumas das vítimas eram parteiras ou curandeiros; mas a maioria não era.
• CRONOLOGIA
Os períodos de fome e peste do século 14 disseminaram a idéia de que pessoas conspiravam contra os reinos cristãos.
No passado os historiadores consideraram a caça às bruxas européia como um ataque de histeria supersticiosa que teria sido forjada e espelhada pela Igreja Católica.
Seguindo essa lógica, era "natural" supor que a perseguição teria sido pior quando o poder da igreja era maior, ou seja:
antes da Reforma Protestante dividir a cristandade ocidental em segmentos conflitantes.
Nessa visão, embora houvesse ocorrido também julgamentos no começo do período moderno, eles teriam sido poucos se comparados aos supostos horrores medievais.
Pesquisas recentes derrubaram essa teoria de forma bastante clara e, ironicamente, descobriu-se que o apogeu da histeria contra as bruxas ocorreu entre 1550 e 1650, juntamente com o nascimento da celebrada "Idade da Razão".
Virtualmente todas as sociedades anteriores ao período moderno acreditavam em magia e formularam leis proibindo que crimes fossem cometidos através de meios mágicos
O período medieval não foi exceção, mas inicialmente não havia ninguém caçando bruxas de forma ativa e esse contexto relativamente benigno permaneceu sem grandes alterações por séculos.
As posturas tradicionais começaram a mudar perto do fim da Idade Média.
No início do século 14, na parte central da Europa, começaram a surgir rumores e pânico acerca de conspirações malignas que estariam tentando destruir os reinos cristãos através de magia e envenenamento, falava-se de conspirações por parte dos mulçumanos e de associações entre judeus e leprosos ou judeus e bruxas.
Depois da enorme devastação decorrente da peste negra (que vitimou 1/3 da população européia em meados do século 14) esses rumores aumentaram e passaram a focar mais em bruxas e "propagadores de praga".
Casos de processo por bruxaria foram aumentando lentamente, mas de forma constante, até que os primeiros julgamentos em massa apareceram no século XV.
Ao surgirem as primeiras ondas da Reforma Protestante o número de julgamentos chega a diminuir por alguns anos.
Entretanto, em 1550 a perseguição cresce novamente atingindo níveis alarmantes em terras católicas e protestantes.
Esse é o período mais histérico e sanguinário da histeria, que vai de 1550 a 1650.
Depois desse período os julgamentos diminuem fortemente e desapareceram completamente em trono de 1700.
A igreja patriarcal chegou até a transformar várias Deusas pagãs em diabos masculinos e maus, não somente para corromper deidades da Religião Antiga, como, também para apagar o fato de o aspecto feminino ter sido objeto de adoração.
No ano de 1233, o Papa Gregório IX, instituiu o Tribunal Católico Romano, conhecido como Inquisição, numa tentativa de terminar com a heresia. Em 1320, a Igreja (a pedido do Papa João XXIII) declarou oficialmente que a Bruxaria, e a Antiga Religião dos Pagãos constituíam um movimento e uma "ameaça hostil" ao Cristianismo.
Os bruxos tornaram-se heréticos e a perseguição contra todos os Pagãos, espalhou-se como fogo selvagem por toda a Europa.
É interessante notar que, antes de uma pessoa ser considerada herética, ela tem, primeiro, que ser cristã, e os Pagãos nunca foram cristãos. Eles sempre foram Pagãos.
Os Bruxos (junto com um número incalculável de homens, mulheres e crianças inocentes, que não eram Bruxos), foram perseguidos, brutalmente torturados, por vezes violados sexualmente ou molestados, e, então, executados pelas autoridades sádicas, sedentas de sangue da Igreja, que ensinavam que seu Deus era um Deus de amor e compaixão.
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A Bruxaria na Inglaterra tornou-se uma ofensa ilegal no ano de 1541, e, em 1604, foi adotada uma Lei que decretou a pena capital para os Bruxos e Pagãos.
Quarenta anos mais tarde, as 13 colônias na América do Norte, decretaram também a pena de morte para o "crime de bruxaria".No final do século XVII, os seguidores que permaneciam leais à Religião Antiga, viviam escondidos, e a Bruxaria tornou-se uma Religião subterrânea secreta após uma estimativa de um milhão de pessoas ter sido levados à morte na Europa e mais de trinta condenados em Salem, Massachusetts, em nome do cristianismo.
Embora os infames julgamentos das Bruxas de Salem, em 1692, sejam os mais conhecidos e bem documentados na história dos Estados Unidos da América, o primeiro enforcamento de um Bruxo na Nova Inglaterra realmente aconteceu em Connecticut, em 1647, 45 anos antes que a história contra a Bruxaria se abatesse na Vila de Salem.
Ocorreram outras execuções pré-Salem, em Providence, Rhode Island, em 1622.
O método mais popular de extermínio dos Bruxos na Nova Inglaterra era a forca.
Na Europa,, a fogueira. Outros métodos incluíam a prensagem até a morte, o afogamento, a decapitação e esquartejamento.
Durante 260 anos, após a última execução de um Bruxo, os seguidores da Religião Antiga mantiveram suas práticas pagãs ocultas nas sombras do segredo e, somente após as Leis contra a Bruxaria terem sido finalmente revogadas na Inglaterra, foi que os Bruxos e Pagãos, em 1951, oficialmente saíram do quarto das vassouras.
BRUXAS DE SALÉM
Bruxas de Salém refere-se ao episódio gerado pela superstição e pela credulidade que levaram, na América do Norte, aos últimos julgamentos por bruxaria na pequena povoação de Salém, Massachusetts, em 1692.
O medo da bruxaria começou quando uma escrava negra chamada Tituba contou algumas histórias vudus (religião tradicional da África Ocidental) a amigas, que, por esse facto, tiveram pesadelos.
Um médico que foi chamado para as examinar declarou que deveriam estar embruxadas.
Os julgamentos de Tituba e de outros foram efectuados ante o juíz Samuel Sewall. Cotton Mather, um pregador colonial que acreditava em bruxaria, ecarregou-se da acusação.
O medo da bruxaria durou cerca de um ano, durante o qual dezanove pessoas, na sua maior parte mulheres, foram declaradas culpadas e executadas. Um dos homens morreu de acordo com o bárbaro costume medieval de ser comprimido por pesos até morrer.
Foram presas cerca de cento e cinquenta outra pessoas.
Mais tarde, o juiz Sewall confessou que pensava que as suas sentenças haviam sido um erro.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
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